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Publicado por em jan 11, 2018 em Notícias |

Accirs elege os melhores filmes de 2017

Accirs elege os melhores filmes de 2017

Num ano de qualificada produção do cinema brasileiro, o filme No intenso agora, documentário de João Moreira Salles, foi escolhido pela Associação dos Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul como o melhor título de 2017. O melhor filme estrangeiro é a produção austro-alemão Toni Erdmann, ganhador do Festival de Cannes e indicado pela Alemanha ao Oscar de filme estrangeiro. Dirigido pela cineasta Maren Ade, é um filme que contempla o talento das mulheres num ano de discussões sobre a participação das mulheres no cinema. Pela primeira vez desde a instituição do Prêmio Accirs, em 2008, também foram indicados os melhores filmes do Rio Grande do Sul, o que é decorrente do maior volume de produção. Exibido no Festival de Berlim e premiado no 49º Festival de Brasília Rifle, de Davi Pretto, foi eleito o melhor longa-metragem. Na categoria curta-metragem Secundas, de Cacá Nazário, foi escolhido o melhor curta. O Prêmio Luiz César Cozzatti – Destaque Gaúcho, destinado à valorização da produção audiovisual e a cultura do Rio Grande do Sul, é dedicado ao...

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Publicado por em jan 8, 2018 em Notícias |

Gaúcho Otto Guerra entre os melhores da animação no país

Gaúcho Otto Guerra entre os melhores da animação no país

O cineasta gaúcho Otto Guerra é o principal nome da animação brasileira, conforme votação dos membros da Associação Brasileira de Críticos de Cinema. O ranking será a base para um livro no mesmo formato de 100 Melhores filmes brasileiros e Documentário brasileiro – 100 filmes essenciais, lançados em 2016 e 2017 pela Abraccine.  O menino e o mundo, de Alê Abreu, escolhido como a melhor animação brasileira, foi o único filme citado por todos os votantes. Já Otto Guerra foi o realizador com mais títulos incluídos entre as cem melhores animações do cinema nacional. Estão na lista quatro filmes, dois deles entre os dez primeiros: Até que a Sbórnia nos separe (2013), codirigido por Ennio Torresan Jr., em quarto lugar; e Wood & Stock: sexo, orégano e rock’n’roll (2006), em nono. Guerra ainda aparece na lista com o curta Novela (1992), em 32º, e o longa Rocky & Hudson, os caubóis gays (1994), em 50º. A lista é formada por uma variedade de curtas e longas que marcaram a história da animação brasileira, desde a mais antiga...

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Publicado por em dez 22, 2017 em Artigos, Destaque |

Fez-se a luz!

Fez-se a luz!

Por Adriano de Oliveira Pinto, especial para o site da Accirs, sobre Lumière! A aventura começa (2017), lançado em Porto Alegre em dezembro de 2017. Lumière. “Luz”, em francês. Como diria o saudoso Moacyr Scliar, há nomes e sobrenomes que condicionam destinos. Que acerto do destino, normalmente constituído de vias tortas, ao fazer dos irmãos Lumière os pais do Cinema! Pois primitivamente o cinema, em sua escala mais íntima, atômica, nada mais é do que luz – e sua complementar contrapartida, sombra. Thierry Frémaux, diretor do Instituto Lumière e de dois importantes festivais – aquele organizado pela instituição e o de Cannes –, faz uma ode à Sétima Arte com seu sublime documentário Lumière! A aventura começa (2017), onde apresenta 108 curtas dos irmãos franceses ao longo de uma hora e meia de puro deleite cinematográfico. Os comentários perspicazes de Frémaux fazem o coração do cinéfilo bater mais forte ao mostrar as origens (e os desdobramentos) de uma arte que tem fascinado espectadores em todo o globo há mais de um século....

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Publicado por em dez 8, 2017 em Notícias |

Jeanne Moreau é destaque em nova edição de Teorema

Jeanne Moreau é destaque em nova edição de Teorema

A atriz francesa Jeanne Moreau, falecida em julho deste ano, é lembrada na 29ª edição da revista Teorema, a ser lançada nesta sexta-feira, 08 de dezembro, a partir das 19h, na Livraria Bamboletras. A publicação traz um artigo de Cacá Diegues que dirigiu a atriz em Joana francesa. No texto especial para a revista, ele lembra com afeto dos bastidores das filmagens no Nordeste em 1972. Outra homenagem póstuma é para Jerry Lewis, morto em agosto último. Em seu texto, Zeca Azevedo não só faz uma análise do humor peculiar de Lewis, como ilumina a comédia como gênero pouco estudado. Nas páginas centrais da edição, duas entrevistas internacionais, uma realizada no Canadá, no Festival de Toronto, com o crítico americano Jonathan Rosenbaum, expoente de sua geração em jornais como o Chicago Reader; outra na França, em Cannes, com o diretor de fotografia australiano/chinês Christopher Doyle. O trabalho visual de Doyle, seu estilo e relação com o cineasta Wong Kar-Wai, recebeu artigo do diretor de fotografia Bruno Polidoro. Heitor Augusto...

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Publicado por em dez 7, 2017 em Dossiês |

Dossiê :: Gabriel e a montanha

Dossiê :: Gabriel e a montanha

Premiado na Semana da Crítica do Festival de Cannes e ganhador do prêmio da crítica internacional de melhor filme brasileira na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo de 2017, Gabriel e a montanha, de Fellipe Barbosa, recria a viagem do economista Gabriel Buchmann pela África. A história que terminou com a morte do carioca em uma montanha foi filmada nos locais por onde passou. É uma coprodução entre Brasil e França e foi rodada em quatro países do continente africano: Quênia, Tanzânia, Zambia e Maláui. Gabriel e a montanha é um dos títulos importantes da temporada, estreou em 02 de novembro, em 82 salas de cinema espalhadas por 35 cidades do Brasil. O filme recebeu resenhas críticas de associados da Accirs, aqui reunidas. Premiado em Cannes, filme brasileiro narra vida e morte de aventureiro na África, por Daniel Feix Jornal Zero Hora, 01 de novembro de 2017. Gabriel e a montanha, de Fellipe Barbosa *** , por André Kleinert Blog Anti-dicas de Cinema, 05 de dezembro de...

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