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Publicado por em abr 29, 2018 em Dossiês |

Dossiê :: Zama

Dossiê :: Zama

Vencedor do prêmio Fipresci no Festival de Havana em 2017, o filme Zama é dirigido pela consagrada cineasta argentina Lucrecia Martel. Baseado em romance de Antonio Di Benedetto narra uma história que se passa na América colonial do século XVIII em que um oficial da Coroa Espanhola tenta em vão deixar seu posto. Protagonizado pelo ator hispano-mexicano Daniel Giménez Cacho, o filme tem no elenco os brasileiros Matheus Nachtergaele e Mariana Nunes. A bela fotografia é do português Rui Poças. Zama estreou no Brasil em março de 2018. Reunimos aqui resenhas críticas sobre Zama de associados da Accirs. Zama, de Lucrecia Martel ****, por André Kleinert Blog Anti-dicas de Cinema, 02 de abril de 2018 Zama é obra realista, por Chico Izidro Especial para o site da Accirs Zama: fastio e violência, por Ivonete Pinto Revista Teorema, 29 de dezembro de 2017 Ver, rever e repensar, por Leonardo Bomfim Especial para o site da...

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Publicado por em abr 28, 2018 em Artigos |

Zama é obra realista

Zama é obra realista

Por Chico Izidro, especial para o site da Accirs Cineasta de produção esparsa, apenas quatro filmes em 16 anos, a argentina Lucrecia Martel lança o épico Zama (Zama), produção multinacional da qual faz parte também o Brasil. O longa tem como palco o final do Século XVIII, na América do Sul, onde Don Diego de Zama (Daniel Giménez Cacho), oficial da Coroa Espanhola, está lotado em uma cidadezinha do interior argentino, mas querendo transferência para Buenos Aires.  A diretora mostra, com incrível reconstituição de época, aquele período turbulento, com negros escravos, índios discriminados e selvagens, mas para defender seu território – é mostrada uma forte cena, onde os indígenas emboscam soldados brancos em um banhado. Zama espera a sua transferência com paciência, mas os anos passam e nada acontece. Até que um dia surge a oportunidade de chamar a atenção da Coroa, unindo-se a um grupo de soldados que tenta capturar um perigoso bandido, Vicuña Porto, vivido por Matheus Nachtergaele.  Lucrecia Martel realiza, enfim, um filme que tenta mostrar a força...

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Publicado por em abr 15, 2018 em Notícias |

Crítico Goida é homenageado pelo Clube de Cinema

Crítico Goida é homenageado pelo Clube de Cinema

Por Adriana Androvandi, especial para o site da Accris. O Clube de Cinema de Porto Alegre foi fundado em 13 de abril de 1948. Completou, portanto, 70 anos. Para celebrar a data, o grupo de associados fez uma homenagem a um de seus membros mais antigos, o crítico de cinema Hiron Goidanich, carinhosamente conhecido como Goida, 83 anos, associado da Accirs. A cerimônia ocorreu na sexta-feira, dia 13 de abril, na Sala Norberto Lubisco da Casa de Cultura (Rua dos Andradas, 736), espaço onde o Clube também promove, em parceria com a Cinemateca Paulo Amorim, uma mostra gratuita de clássicos até o dia 18 de abril. Ao receber a homenagem, Goida destacou a importância de Paulo Fontoura Gastal (1922-1996), famoso jornalista do Correio do Povo entre as décadas de 50 a 80 e que foi o fundador do Clube, ao lado de outros intelectuais, jornalistas e cinéfilos. “O Gastal dizia que não se pode somente gostar do cinema, é preciso trabalhar pelo cinema”, lembrou Goida, que salientou ainda que...

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Publicado por em abr 10, 2018 em Artigos |

Lembranças e impressões de um diretor de programação

Lembranças e impressões de um diretor de programação

Por André Kleinert, depoimento relativo os 70 anos do Clube de Cinema de Porto Alegre, em 13 de abril de 2018, especial para o site da Accirs. Entrei para o quadro de associados do Clube de Cinema de Porto Alegre em janeiro de 2004. Até então, a ideia que eu tinha da entidade era de uma organização fechada, até algo meio secreto, tipo a maçonaria ou a Opus Dei, destinada a ter em suas fileiras apenas alguns privilegiados cinéfilos dotados de um conhecimento muito aprofundado sobre a sétima arte. Exageros e brincadeiras à parte, apesar de ser provável que desavisados possam ter realmente tal impressão, o Clube de Cinema é bem mais democrático e interessante do que isso. Da sua fundação em 1948 até os dias de hoje, a pluralidade de interesses e concepções sempre foi uma característica fundamental na entidade. Abrigava (e abriga) pessoas que estão lá apenas para assistir a filmes em condições privilegiadas (sem o barulho de conversas paralelas e pipocas sendo mastigadas), passando por diletantes em procura de um contato maior com a comunidade...

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Publicado por em mar 30, 2018 em Notícias |

Sessão Abraccine na Cinemateca Capitólio Petrobras

Sessão Abraccine na Cinemateca Capitólio Petrobras

Como parte da terceira edição da Sessão Abraccine, evento promovido pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), o longa-metragem Quarto Camarim, de Fabricio Ramos e Camele Queiroz, contemplado pelo Rumos Itaú Cultural 2015-2016, será exibido no dia 04 de abril, na Cinemateca Capitólio, em Porto Alegre, às 19h30. A sessão com entrada franca será seguida de debate com a crítica de cinema Adriana Androvandi, filiada à Abraccine, e contará com a presença da também crítica e mestre em Educação pela UFRGS, com pesquisa em Cinema e Educação, Juliana Costa, associada da Accirs. Quarto Camarim é o primeiro longa-metragem dos diretores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O filme, por meio de uma abordagem documental, mostra o reencontro, depois de vinte e sete anos, entre uma sobrinha, que é a própria diretora, e a sua tia, de quem perdeu o contato na infância. Sua tia se chama Luma, é travesti, trabalha como cabeleireira e vive em São Paulo. Narrativamente, o filme assume contornos dramáticos e estéticos que partem de uma relação corpo a...

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