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Publicado por em mar 24, 2014 em Artigos |

Premiados no 38º Festival de Cinema de Gramado

Longa Brasileiro: Bróder (SP) – melhor filme, diretor (Jéferson De), ator (Caio Blat), montagem (Quito Ribeiro e Jéferson De) e trilha sonora (João Marcelo Bôscoli) Não Se Pode Viver Sem Amor (RJ) – atriz (Simone Spoladore), roteiro (Dani Patarra e Jorge Durán), fotografia (Luís Abramo) O Último Romance de Balzac (RJ – de Geraldo Sarno) – Prêmio Especial do Júri, direção de arte (Ana Dominoni) Diário de Uma Busca (de Flávia Castro) – Prêmio da Crítica e Prêmio do Júri dos Estudantes de Cinema (melhor longa brasileiro da mostra oficial) Ponto Org (SP, de Patrícia Moran): trilha sonora (Wilson Sukorski , John Ulhoa, Rubens Jacobina e Diamantino Feijó) 180º (RJ, de Eduardo Vaisman): melhor filme pelo júri popular Terra Deu, Terra Come (SP, de Rodrigo Siqueira) — Prêmio do Júri dos Estudantes de Cinema para melhor filme da Mostra Panorama. Longa Latino: Mi Vida Com Carlos (Chile, de Germán Berger-Hertz): melhor filme do júri oficial e do júri popular, fotografia (Miguel Littin, hijo) Perpetuum Móbile (México): melhor diretor (Nicola...

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Publicado por em mar 23, 2014 em Artigos |

Festival Paulínia de Cinema

Por Maria do Rosário Caetano Assisti a 16 longas-metragens no Fest Paulínia (toda a competição de fic e doc), mais o filme inaugural “O Beijo da Mulher Aranha” e o filme de encerramento “400Contra1”, além de dois nas paralelas (“Cabeça a Prêmio” e “Gui & Stopa”). Assisti a todos os debates (curta regional, curta nacional, doc e fic brasileiros). Participei do Encontro da Crítica e de um Encontro sobre Políticas Públicas para o Cinema. Foi uma pauleira brava. A seguir, alguns destaques do festival. CINEMA BLACK A coisa estava PRETA em Paulínia. Felizmente. Nunca se viu tanto cineasta negro, tanta trilha balançante (de “Bróder”, com BenJor, Racionais & assemelhados, de “5XF”, de “400Contra1”, este com muito funk reunido pelo craque Max de Castro….). Na tela, também muito astro black: um monte em “5XF”, um monte em “Bróder” (João Acaiabe e um sobrinho, Silvio Guindane, também em 5XF, Jonatahn Haagensen: aprendi que fala “HOguensen”!!, Cinthia Rosa, namorada dele em Bróder e na vida real, Roberta Rodrigues, o grande Flávio Bauraqui,...

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Publicado por em mar 23, 2014 em Artigos |

Diversidade predomina em Paulínia

por Marcus Santuário O Paulínia Festival de Cinema, em sua terceira edição, merece uma reflexão sobre seu significado no cenário da cinematografia nacional, que convive com mais de 200 festivais e mostras durante o ano. São eventos de cinema que podem dar uma noção da produção cinematográfica de um certo contexto temporal e geográfico no qual eles se inserem. É assim com o Oscar, com Cannes, com Berlin, San Sebástian, Veneza, Punta del Este, Mar del Plata, Rio de Janeiro, Gramado, Brasília, São Paulo e também Paulínia. Mas, para se ter a real percepção deste universo de produção cinematográfica, é necessário conhecer todos os filmes que foram apresentados dentro de determinada mostra competitiva. A diversidade temática; de estilos; e de qualidade narrativa, técnica, e de roteiro, se encontra implícita no conjunto destes eventos. E foi esta também uma das marcas presentes no festival do interior paulista. Com tantos eventos espalhados pelo país, não é tão simples definir o que se vê em um único festival como o quadro estático...

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Publicado por em mar 23, 2014 em Artigos |

3 X Paulínia

por Ivonete Pinto Em apenas três edição, o Festival Paulínia de Cinema consegue a façanha de se colocar como um dos mais importantes do País. Isto não acontece à toa. A pequena cidade paulista ostenta um dos maiores PIBs do Brasil, graças à indústria petrolífera instalada lá, que lhe rende a posição de sétima maior renda per capita do Brasil. Poderia, no entanto, realizar um festival rico (só para Melhor Filme de ficção, o prêmio é de 150 mil reais), de muita pompa e circunstância, mas não ser levado a sério. A terceira edição demonstrou que já pode ser levado a sério, sim. E só pelo fato da prefeitura de Paulínia ter à frente um secretário municipal de cultura que sabe falar de cinema e ter se cercado de profissionais como Rubens Ewald Filho e Ivan Melo na coordenação e curadoria, já sinaliza que leva o cinema a sério. Além disso, o complexo de estúdios da cidade e o patrocínio de 40 filmes por ano não deixa margem para...

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Publicado por em mar 23, 2014 em Artigos |

CARTA ABERTA AOS RESPONSÁVEIS PELA PROJEÇÃO DIGITAL NO BRASIL

A projeção digital chegou ao Brasil com a missão de democratizar o acesso aos filmes e libertar os distribuidores da dependência de cópias em 35 milímetros, cuja confecção e transporte são notoriamente caros. A instalação de projetores digitais permitiria ao público assistir a títulos que dificilmente seriam lançados nas condições tradicionais e ainda ofereceria condições para que espectadores situados longe do eixo Rio-São Paulo (onde se concentram quase 50% das salas de cinema do país) tivessem acesso aos mesmos títulos simultaneamente. O que estamos vendo, no entanto, é uma total falta de respeito ao espectador no que se refere à exibição do filme propriamente dita. As razões são basicamente duas: projeções incapazes de reproduzir fielmente os padrões de cor e textura da obra e/ou projeções incapazes de exibir os filmes no formato em que foram originalmente concebidos. Sem falar no som, que muitas vezes ganha uma reprodução abafada, limitada ao canal central, muito diferente de seu desenho original. A adoção da projeção digital pelos dois maiores festivais internacionais do...

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