Crítica: Eu não sou um robô
por Rodrigo de Oliveira Eu Não Sou um Robô é tão criativo quanto divertido, embora não esqueça de colocar o dedo na ferida na questão do isolamento social e na solidão. Dirigido por Gabriela Lamas (do ótimo e premiado Sesmaria, 2015), o curta tem roteiro assinado a seis mãos (Lamas, Felipe Yurgel e Maurilio Almeida) e com uma ajudinha de amigos, que enviaram áudios no WhatsApp para ajudar em alguns diálogos. Concebido durante a pandemia, o curta teve muitas reuniões virtuais e a gravação em si foi realizada com apenas três pessoas: a diretora e roteirista Gabriela Lamas (que vive a protagonista), o produtor e roteirista Maurilio Almeida (que interpreta a Mosca) e a diretora de fotografia Lívia Pasqual. Incrível que de um grupo tão pequeno possa ter saído um filme tão redondo. Na trama, a protagonista falha ao tentar passar nos testes ReCAPTCHA na internet e tenta se convencer de que não é um robô. Na cozinha, ela encontra uma mosca e começa a trocar uma ideia com...
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