O tempo e o contratempo
Por: Adriano de Oliveira Pinto Contra o Tempo (Source Code, EUA, 2011) é daqueles filmes que começam ganhando o espectador. A sequência de abertura – usando planos gerais e regada pela música incidental de Chris Bacon a lembrar muito a do saudoso John Barry – nos dá um clima de tensão que desemboca na primeira cena pós-créditos iniciais apresentando um passageiro de trem (Jake Gyllenhaal) que desperta confuso em meio a uma viagem a Chicago: não sabendo porque está ali, também enfrenta problemas de identidade.Oito minutos depois, o trem no qual se encontra vem a ser destruído por uma explosão (que saberemos além, é criminosa) a qual atinge também uma outra composição – esta, de carga – na linha férrea ao lado. Aparentemente, não há sobreviventes. Então, o tal passageiro, o militar Colt Stevens, como que acordando de um pesadelo, descobre que está sendo utilizado como cobaia de um projeto de vanguarda chamado de Código-Fonte, pertencente ao Departamento de Defesa do governo americano. Stevens possui um biotipo e mais...
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