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Publicado por em jan 23, 2018 em Notícias |

Prêmio Abraccine 2017 para Martírio

Prêmio Abraccine 2017 para Martírio

Paterson,  Martírio e Mamata são os destaques do ano de 2017 segundo a Associação Brasileira de Críticos de Cinema – Abraccine, que elegeu os Melhores Filmes de 2017.   Assim como nos demais anos, os associados votaram em três categorias: Melhor Filme Nacional, Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Curta Nacional.  Na categoria de longas, concorreram todos os filmes lançados em circuito comercial no Brasil em 2017. Já na categoria Curta, somente filmes brasileiros exibidos durante o ano de 2017 em mostras, festivais e demais eventos cinematográficos. Os vencedores do Prêmio Abraccine 2017 são: MELHOR FILME BRASILEIRO: Martírio, de Vincent Carelli, Ernesto de Carvalho e Tatiana Almeida. MELHOR FILME ESTRANGEIRO: Paterson, de Jim Jarmusch. MELHOR CURTA-METRAGEM BRASILEIRO: Mamata, de Marcus Curvelo. Paulo Henrique Silva, Presidente da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, afirma que “O Prêmio Abraccine marca o encerramento de um ano de muitas atividades da associação, voltadas para a divulgação da reflexão crítica no país. Os filmes lançados em 2017 refletiram diversas inquietações da sociedade atual e o resultado...

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Publicado por em jan 23, 2018 em Artigos, Destaque |

Ver, rever e repensar

Ver, rever e repensar

Por Leonardo Bomfim, curador da mostra Cinema da América do Sul, realizada na Cinemateca Capitólio, de 7 a 20 de dezembro de 2017, especial para o site da Accirs. Existe algum monstro hoje que parece nos obrigar a dar o veredito final sobre quaisquer e todas as coisas. Como diz uma amiga, a impressão é de alguém está com uma arma apontada para a nossa cabeça na frente do computador. Com o cinema, naturalmente, não é diferente. Se fosse paixão, a beleza das certezas permaneceria intacta, mas a arrogância parece tomar conta de um novo tipo de dandismo, um dandismo essencialmente seguro: asséptico. Esse tipo de postura sempre existiu, mas hoje parece ainda mais afetada e vazia, das resenhas sarcásticas, as notas e estrelinhas imediatas, os comentários definitivos. No instante em que o filme acaba, muitas vezes visto em condições nada apropriadas, tudo já está evidente: e morto. Fica a pergunta: o quanto essa postura pode ser não apenas injusta com uma obra de arte, mas com a nossa...

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Publicado por em jan 11, 2018 em Notícias |

Accirs elege os melhores filmes de 2017

Accirs elege os melhores filmes de 2017

Num ano de qualificada produção do cinema brasileiro, o filme No intenso agora, documentário de João Moreira Salles, foi escolhido pela Associação dos Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul como o melhor título de 2017. O melhor filme estrangeiro é a produção austro-alemão Toni Erdmann, ganhador do Festival de Cannes e indicado pela Alemanha ao Oscar de filme estrangeiro. Dirigido pela cineasta Maren Ade, é um filme que contempla o talento das mulheres num ano de discussões sobre a participação das mulheres no cinema. Pela primeira vez desde a instituição do Prêmio Accirs, em 2008, também foram indicados os melhores filmes do Rio Grande do Sul, o que é decorrente do maior volume de produção. Exibido no Festival de Berlim e premiado no 49º Festival de Brasília Rifle, de Davi Pretto, foi eleito o melhor longa-metragem. Na categoria curta-metragem Secundas, de Cacá Nazário, foi escolhido o melhor curta. O Prêmio Luiz César Cozzatti – Destaque Gaúcho, destinado à valorização da produção audiovisual e a cultura do Rio Grande do Sul, é dedicado ao...

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Publicado por em jan 8, 2018 em Notícias |

Gaúcho Otto Guerra entre os melhores da animação no país

Gaúcho Otto Guerra entre os melhores da animação no país

O cineasta gaúcho Otto Guerra é o principal nome da animação brasileira, conforme votação dos membros da Associação Brasileira de Críticos de Cinema. O ranking será a base para um livro no mesmo formato de 100 Melhores filmes brasileiros e Documentário brasileiro – 100 filmes essenciais, lançados em 2016 e 2017 pela Abraccine.  O menino e o mundo, de Alê Abreu, escolhido como a melhor animação brasileira, foi o único filme citado por todos os votantes. Já Otto Guerra foi o realizador com mais títulos incluídos entre as cem melhores animações do cinema nacional. Estão na lista quatro filmes, dois deles entre os dez primeiros: Até que a Sbórnia nos separe (2013), codirigido por Ennio Torresan Jr., em quarto lugar; e Wood & Stock: sexo, orégano e rock’n’roll (2006), em nono. Guerra ainda aparece na lista com o curta Novela (1992), em 32º, e o longa Rocky & Hudson, os caubóis gays (1994), em 50º. A lista é formada por uma variedade de curtas e longas que marcaram a história da animação brasileira, desde a mais antiga...

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Publicado por em dez 22, 2017 em Artigos, Destaque |

Fez-se a luz!

Fez-se a luz!

Por Adriano de Oliveira Pinto, especial para o site da Accirs, sobre Lumière! A aventura começa (2017), lançado em Porto Alegre em dezembro de 2017. Lumière. “Luz”, em francês. Como diria o saudoso Moacyr Scliar, há nomes e sobrenomes que condicionam destinos. Que acerto do destino, normalmente constituído de vias tortas, ao fazer dos irmãos Lumière os pais do Cinema! Pois primitivamente o cinema, em sua escala mais íntima, atômica, nada mais é do que luz – e sua complementar contrapartida, sombra. Thierry Frémaux, diretor do Instituto Lumière e de dois importantes festivais – aquele organizado pela instituição e o de Cannes –, faz uma ode à Sétima Arte com seu sublime documentário Lumière! A aventura começa (2017), onde apresenta 108 curtas dos irmãos franceses ao longo de uma hora e meia de puro deleite cinematográfico. Os comentários perspicazes de Frémaux fazem o coração do cinéfilo bater mais forte ao mostrar as origens (e os desdobramentos) de uma arte que tem fascinado espectadores em todo o globo há mais de um século....

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