O professor Armindo Trevisan, um dos nossos maiores especialistas em cultura oriental, é quem ensina: o primeiro passo para tentar entender a arte do Oriente é se despir despudoradamente das convicções e mesmo das experiências vivenciadas com a arte ocidental.
Só uma re-sensibilização plena pode nos indicar o caminho para a fruição da produção japonesa, chinesa ou coreana – cânones do Ocidente seguem princípios estéticos tão distintos que, em vez de servirem de guia, não passam de ruídos a atrapalhar o entendimento do público.


